Três cores mortais

Como sabem os leitores de O Nalladigua, a medida em que vai avançando em seu caminho, Pelume vai pendurando no galho uma série de coisas que o ajudem a lembrar histórias que ouve – sobre o surgimento do Sol – ou aventuras que viveu. Uma dessas coisas, e a primeira delas que é viva, é uma... Continue lendo →

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Um pouco de veneno

"- Nío. Ela vai morrer." Esta é a declaração que empalidece Nimbó, no terceiro capítulo de A Flauta Condor. E devo dizer que "nío" é um daqueles termos escorregadios da pesquisa que fiz ao escrever Os Sóis da América: o encontrei, achei uma boa referência, usei e depois... puf. O perdi na rede. É que... Continue lendo →

Vermelho como fogo

Fechando a primeira parte de O Nalladigua, aparece um personagem muito esperto e muito bacana, um dos duendes mais conhecidos da floresta brasileira: O Curupira. De pés virados para trás, cabelos vermelhos como fogo e dentes pontudos e verdes, Curupira é um personagem que vem se espalhando pelo imaginário dos atuais leitores de Fantasia brasileira... Continue lendo →

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