Esta é a nova página do blogue que acompanha a caminhada da saga “Os Sóis da América” pelo mundo. Seja bem-vindo a esta história que conta as aventuras de Pelume do sul ao norte de uma América cheia de magia!


 

Oi!

Aqui estou eu, pronta para embarcar em mais uma viagem mirabolante. Obrigada por estar aqui e ler estas palavras.

Hum… como começar?

Em novembro de 2012 aconteceu mais uma edição da Feira do Livro de Porto Alegre. Tive a oportunidade de conversar com vários amigos, alguns deles editores gaúchos. Em 2012, ano especialíssimo, também tive a oportunidade de conversar com editores de São Paulo.

A maioria deles é um tanto reticente quanto à possibilidade de editar Os Sóis da América. O projeto é uma empreitada audaciosa: uma viagem mágica através do Continente Americano, em quatro volumes.

Todos me sugerem paciência.

O problema é que o tempo passa. Muito depressa. A indústria do show busines, com inúmeros personagens e infinitas possilidades, bate, todos os dias, na nossa porta. O risco de ver o projeto tomar forma através de outras mídias e pela mão de outros profissionais é muito grande. Espie, por exemplo, o link sobre o desenho animado francês Inami (clique aqui para ir à página), produzido pela Ellipsanime. O tema está lá. Muito presente. À flor da narrativa.

Se eu deixar passar mais tempo, em breve alguém terá a mesma ideia. E a história de Pelume será visto como um plágio.

Não quero que isso aconteça.

Então, o projeto para 2013 é a produção, edição e comercialização de Os Sóis da América. Serão quatro volumes. A programação é editar os dois primeiros em 2013 e o dois seguintes em 2014.

Assim que, amigos e leitores, bem vindos. E me ajudem a fazer o projeto funcionar: se você não gosta de Fantasia Folclórica, não precisa ler. Mas divulgue o projeto. Discuta a proposta, mesmo que você tenha uma opinião contrária. Se você fizer isso, já será muito.

Porque… como me perguntou um dos meus editores num tom de aflição, ao se deparar com a edição independente de Contos do Sul: “para quê você faz isso?”

Porque eu preciso. Porque o imaginário humano é riquíssimo e vale a pena.

Vale muito a pena!

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