Pelume vai à Odisseia, em Porto Alegre

Oi, pessoal! Se liguem! Dias 08, 09 e l0 de junho (no final da semana que vem, portanto) estarei na Odisseia de Literatura Fantástica, em Porto Alegre. No final da tarde do sábado, às 18h, participarei da mesa redonda sobre o Fantástico Brasileiro. Sintam-se convidados, já que todas as atrações do evento são gratuitas. E,... Continue lendo →

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Um pouco de veneno

"- Nío. Ela vai morrer." Esta é a declaração que empalidece Nimbó, no terceiro capítulo de A Flauta Condor. E devo dizer que "nío" é um daqueles termos escorregadios da pesquisa que fiz ao escrever Os Sóis da América: o encontrei, achei uma boa referência, usei e depois... puf. O perdi na rede. É que... Continue lendo →

Vermelho como fogo

Fechando a primeira parte de O Nalladigua, aparece um personagem muito esperto e muito bacana, um dos duendes mais conhecidos da floresta brasileira: O Curupira. De pés virados para trás, cabelos vermelhos como fogo e dentes pontudos e verdes, Curupira é um personagem que vem se espalhando pelo imaginário dos atuais leitores de Fantasia brasileira... Continue lendo →

Retribuição

Me dou conta de que a primeira revista da Mônica que me vem à memória quando penso na impagável personagem de Maurício de Souza, não deve ter sido a primeira que li. Mas lembro da capa por uma razão muito especial: o Jotalhão. O Jotalhão era um elefante verde, amigo da Mônica. E eu lembro... Continue lendo →

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